serendipity71

Comi uma paella de massa no hotel Barceló, em Montelimar, Nicaragua. É isso mesmo. Paella de macarrão.
Tomara que tenha sido a última que vi.

Comi uma paella de massa no hotel Barceló, em Montelimar, Nicaragua. É isso mesmo. Paella de macarrão.

Tomara que tenha sido a última que vi.

Esta foi pra entrar pra história. Sempre que passo pela Suíça, uma parada numa das filiais do Les Brasseurs se faz mais que obrigatória. Além de cervejeiros razoáveis, são também conhecidos por um cardápio simples e eficaz.
Sou fã dos hamburguers deles, com destaque para um “swiss burguer”, atolado de queijo gruyères, que vai deixar qualquer um se sentindo uma jiboia por um bom tempo depois de come-lo.
Les Brasseurs (http://www.les-brasseurs.ch/) também tem itens sasonais no menu. Naquela noite de julho, verão europeu, o destaque do menu era o “rösti café de paris”. Intrigante.
Rösti é o que, comunmente chamamos por aqui de batata suíça. E o consagrado molho Café de Paris é algo que se usa em filés, não num monte de batata. O garçom disse que a pedida era garantia de qualidade. Mandei ver.
O que chegou à mesa foi isto aí: uma frigideira com o rösti servindo de cama para um filé muito bem preparado que, por sua vez, servia de cama para uma porção do molho Café de Paris.
Comi tudo. Virei jiboia.

Esta foi pra entrar pra história. Sempre que passo pela Suíça, uma parada numa das filiais do Les Brasseurs se faz mais que obrigatória. Além de cervejeiros razoáveis, são também conhecidos por um cardápio simples e eficaz.

Sou fã dos hamburguers deles, com destaque para um “swiss burguer”, atolado de queijo gruyères, que vai deixar qualquer um se sentindo uma jiboia por um bom tempo depois de come-lo.

Les Brasseurs (http://www.les-brasseurs.ch/) também tem itens sasonais no menu. Naquela noite de julho, verão europeu, o destaque do menu era o “rösti café de paris”. Intrigante.

Rösti é o que, comunmente chamamos por aqui de batata suíça. E o consagrado molho Café de Paris é algo que se usa em filés, não num monte de batata. O garçom disse que a pedida era garantia de qualidade. Mandei ver.

O que chegou à mesa foi isto aí: uma frigideira com o rösti servindo de cama para um filé muito bem preparado que, por sua vez, servia de cama para uma porção do molho Café de Paris.

Comi tudo. Virei jiboia.

Preparamos o carré de cordeiro com olho pesto, tomates secos e mussarela de búfala, receita que o Claude Troisgros ensina ao Tony Bellotto num dos espiódios do Que Marravilha!
As partes mais complicadas foram a de conseguir um dos ingredientes desta receita de pesto, que é bem diferente da que já nos consagramos fazendo, e encontrar uma casa de carnes que nos vendesse este corte, visto que as costeletas de cordeiro, cortadas assim, como carré, não são tão populares por esta parte do planeta.
O ingrediente especial pra receita de pesto chama-se piñoles, uma variação do pinhão. Por aqui, é bastante caro. Trouxe umas 400g da última viagem à Nyon. E pra conseguir os carrés, foi preciso comprar meio cordeiro, porque, do contrário, o açougueiro não queria vender só o pedacinho que a gente precisava.
Ficou delicioso e é um prato legal de cozinhar em 2 ou 3 pessoas, pois tem tarefa pra todo mundo.

Preparamos o carré de cordeiro com olho pesto, tomates secos e mussarela de búfala, receita que o Claude Troisgros ensina ao Tony Bellotto num dos espiódios do Que Marravilha!

As partes mais complicadas foram a de conseguir um dos ingredientes desta receita de pesto, que é bem diferente da que já nos consagramos fazendo, e encontrar uma casa de carnes que nos vendesse este corte, visto que as costeletas de cordeiro, cortadas assim, como carré, não são tão populares por esta parte do planeta.

O ingrediente especial pra receita de pesto chama-se piñoles, uma variação do pinhão. Por aqui, é bastante caro. Trouxe umas 400g da última viagem à Nyon. E pra conseguir os carrés, foi preciso comprar meio cordeiro, porque, do contrário, o açougueiro não queria vender só o pedacinho que a gente precisava.

Ficou delicioso e é um prato legal de cozinhar em 2 ou 3 pessoas, pois tem tarefa pra todo mundo.

Trouxe da Suíça, há cerca de duas semanas, dois pacotes com uma das melhores marcas de mistura para fondue “moitié-moitié”. Trata-se da receita de fondue mais consagrada na terra do relógio cuco e dos chocolates deliciosos.
Fazer a travessia com estes dois pacotes de queijo na mala foi uma epopeia. Eles vieram congelados e numa sacola térmica, mas passei uma noite em Lisboa. A solução foi deixa-los no frigobar do quarto do hotel. 
A fondue moitié-moitié leva 300g de queijo Gruyères e 300g de Vacherin Fribourgeois. A mistura leva 5-10 minutos pra ficar pronta. O único cuidado é refogar um dente de alho picado em 200ml de vinho branco + uma colher de chá de Maizena e depois ir acrescentando a mistura de queijos lentamente, sempre mexendo. Uma delícia.

Trouxe da Suíça, há cerca de duas semanas, dois pacotes com uma das melhores marcas de mistura para fondue “moitié-moitié”. Trata-se da receita de fondue mais consagrada na terra do relógio cuco e dos chocolates deliciosos.

Fazer a travessia com estes dois pacotes de queijo na mala foi uma epopeia. Eles vieram congelados e numa sacola térmica, mas passei uma noite em Lisboa. A solução foi deixa-los no frigobar do quarto do hotel.

A fondue moitié-moitié leva 300g de queijo Gruyères e 300g de Vacherin Fribourgeois. A mistura leva 5-10 minutos pra ficar pronta. O único cuidado é refogar um dente de alho picado em 200ml de vinho branco + uma colher de chá de Maizena e depois ir acrescentando a mistura de queijos lentamente, sempre mexendo. Uma delícia.

Paella. Vamos aprimorando cada vez mais nosso preparo deste típico prato espanhol. Desta vez, as lulas e os camarões menores foram levemente cozidos em panelas separadas ANTES de entrarem na dança da panela de cobre. Fora isso, a mesma receita de sempre, com o fiel Carmencita Paellero garantindo o tempero.

Paella. Vamos aprimorando cada vez mais nosso preparo deste típico prato espanhol. Desta vez, as lulas e os camarões menores foram levemente cozidos em panelas separadas ANTES de entrarem na dança da panela de cobre. Fora isso, a mesma receita de sempre, com o fiel Carmencita Paellero garantindo o tempero.

Risotto de camarões. Nunca tinha feito. Fui atrás de uma receita e fiz. Foi-se o último pacote de camarões congelados do nosso freezer. Havia feito um estoque considerável de camarões frescos quando a supersafra nos brindou com maravilhas a preços baixíssimos.

De especial neste risotto, creio eu, cabe citar o gengibre (raspado e misturado ao camarão ainda cru), o alho-poró e as pitadas de vinho branco durante o cozimento. Ficou super bom.

Risotto de camarões. Nunca tinha feito. Fui atrás de uma receita e fiz. Foi-se o último pacote de camarões congelados do nosso freezer. Havia feito um estoque considerável de camarões frescos quando a supersafra nos brindou com maravilhas a preços baixíssimos.

De especial neste risotto, creio eu, cabe citar o gengibre (raspado e misturado ao camarão ainda cru), o alho-poró e as pitadas de vinho branco durante o cozimento. Ficou super bom.

Ensinei a receita desta massa de pizza ao meu cunhado há quase dez anos. É simples, rápida e permite variações interessantes. Tanto com massa fina como grossa, o resultado é muito bom. Há muito, muito tempo não tinha mais paciência de fazer pizza em casa. Por isso minha surpresa ao constatar que meu cunhado, lá na Suíça, não só aprendue bem a receita como cultiva o hábito de preparar pizzas. Esta aí esta a deliciosa.

Ensinei a receita desta massa de pizza ao meu cunhado há quase dez anos. É simples, rápida e permite variações interessantes. Tanto com massa fina como grossa, o resultado é muito bom. Há muito, muito tempo não tinha mais paciência de fazer pizza em casa. Por isso minha surpresa ao constatar que meu cunhado, lá na Suíça, não só aprendue bem a receita como cultiva o hábito de preparar pizzas. Esta aí esta a deliciosa.

As pancakes saíram até muito bem, considerando que nunca havia encarado este desafio. Ficaram deliciosas com maple syrup.

As pancakes saíram até muito bem, considerando que nunca havia encarado este desafio. Ficaram deliciosas com maple syrup.

Restos de uma bacalhoada à espanhola foram utilizados na preparação deste escondidinho. Uma camada de aipim amassado com leite, uma camada generosa de bacalhau e outra camada de aipim por cima + uma camadinha fina de molho de tomate com basílico + queijo parmesão. Forno.

Restos de uma bacalhoada à espanhola foram utilizados na preparação deste escondidinho. Uma camada de aipim amassado com leite, uma camada generosa de bacalhau e outra camada de aipim por cima + uma camadinha fina de molho de tomate com basílico + queijo parmesão. Forno.

Levei ao forno filés de peito de frango recheados com uma fatia de toucinho, tomate, alho poró e um pouquinho de sálvia. Depois servi com fagotinis na manteiga.

Levei ao forno filés de peito de frango recheados com uma fatia de toucinho, tomate, alho poró e um pouquinho de sálvia. Depois servi com fagotinis na manteiga.